Bíblia em 1 ano

Leitura diária

Bíblia em 1 ano · Dia 152

Leituras do dia para percorrer a Bíblia com constância ao longo do ano.

Leituras do dia

Dia 152

Jó 18 • Jó 19 • Jó 20 • 2 Coríntios 3

Leituras do dia para percorrer a Bíblia com constância ao longo do ano.

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Minhas anotações deste dia

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Capítulo da leitura

Jó 18

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1Então respondeu Bildade, o suíta:

2Até quando estareis à procura de palavras? considerai bem, e então falaremos.

3Por que somos tratados como gado, e como estultos aos vossos olhos?

4Oh tu, que te despedaças na tua ira, acaso por amor de ti será abandonada a terra, ou será a rocha removida do seu lugar?

5Na verdade, a luz do ímpio se apagará, e não resplandecerá a chama do seu fogo.

6A luz se escurecerá na sua tenda, e a lâmpada que está sobre ele se apagará.

7Os seus passos firmes se estreitarão, e o seu próprio conselho o derribará.

8Pois por seus próprios pés é ele lançado na rede, e pisa nos laços armados.

9A armadilha o apanha pelo calcanhar, e o laço o prende;

10a corda do mesmo está-lhe escondida na terra, e uma armadilha na vereda.

11Terrores o amedrontam de todos os lados, e de perto lhe perseguem os pés.

12O seu vigor é diminuído pela fome, e a destruição está pronta ao seu lado.

13São devorados os membros do seu corpo; sim, o primogênito da morte devora os seus membros.

14Arrancado da sua tenda, em que confiava, é levado ao rei dos terrores.

15Na sua tenda habita o que não lhe pertence; espalha-se enxofre sobre a sua habitação.

16Por baixo se secam as suas raízes, e por cima são cortados os seus ramos.

17A sua memória perece da terra, e pelas praças não tem nome.

18É lançado da luz para as trevas, e afugentado do mundo.

19Não tem filho nem neto entre o seu povo, e descendente nenhum lhe ficará nas moradas.

20Do seu dia pasmam os do ocidente, assim como os do oriente ficam sobressaltados de horror.

21Tais são, na verdade, as moradas do, impio, e tal é o lugar daquele que não conhece a Deus.

Capítulo da leitura

Jó 19

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1Então Jó respondeu:

2Até quando afligireis a minha alma, e me atormentareis com palavras?

3Já dez vezes me haveis humilhado; não vos envergonhais de me maltratardes?

4Embora haja eu, na verdade, errado, comigo fica o meu erro.

5Se deveras vos quereis engrandecer contra mim, e me incriminar pelo meu opróbrio,

6sabei então que Deus é o que transtornou a minha causa, e com a sua rede me cercou.

7Eis que clamo: Violência! mas não sou ouvido; grito: Socorro! mas não há justiça.

8com muros fechou ele o meu caminho, de modo que não posso passar; e pôs trevas nas minhas veredas.

9Da minha honra me despojou, e tirou-me da cabeça a coroa.

10Quebrou-me de todos os lados, e eu me vou; arrancou a minha esperança, como a, uma árvore.

11Acende contra mim a sua ira, e me considera como um de seus adversários.

12Juntas as suas tropas avançam, levantam contra mim o seu caminho, e se acampam ao redor da minha tenda.

13Ele pôs longe de mim os meus irmãos, e os que me conhecem tornaram-se estranhos para mim.

14Os meus parentes se afastam, e os meus conhecidos se esquecem de, mim.

15Os meus domésticos e as minhas servas me têm por estranho; vim a ser um estrangeiro aos seus olhos.

16Chamo ao meu criado, e ele não me responde; tenho que suplicar-lhe com a minha boca.

17O meu hÁlito é intolerável à minha mulher; sou repugnante aos filhos de minhã mae.

18Até os pequeninos me desprezam; quando me levanto, falam contra mim.

19Todos os meus amigos íntimos me abominam, e até os que eu amava se tornaram contra mim.

20Os meus ossos se apegam à minha pele e à minha carne, e só escapei com a pele dos meus dentes.

21Compadecei-vos de mim, amigos meus; compadecei-vos de mim; pois a mão de Deus me tocou.

22Por que me perseguis assim como Deus, e da minha carne não vos fartais?

23Oxalá que as minhas palavras fossem escritas! Oxalá que fossem gravadas num livro!

24Que, com pena de ferro, e com chumbo, fossem para sempre esculpidas na rocha!

25Pois eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra.

26E depois de consumida esta minha pele, então fora da minha carne verei a Deus;

27vê-lo-ei ao meu lado, e os meus olhos o contemplarão, e não mais como adversário. O meu coração desfalece dentro de mim!

28Se disserdes: Como o havemos de perseguir! e que a causa deste mal se acha em mim,

29temei vós a espada; porque o furor traz os castigos da espada, para saberdes que há um juízo.

Capítulo da leitura

Jó 20

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1Então respondeu Zofar, o naamatita:

2Ora, os meus pensamentos me fazem responder, e por isso eu me apresso.

3Estou ouvindo a tua repreensão, que me envergonha, mas o espírito do meu entendimento responde por mim.

4Não sabes tu que desde a antigüidade, desde que o homem foi posto sobre a terra,

5o triunfo dos iníquos é breve, e a alegria dos ímpios é apenas dum momento?

6Ainda que a sua exaltação suba até o ceu, e a sua cabeça chegue até as nuvens,

7contudo, como o seu próprio esterco, perecerá para sempre; e os que o viam perguntarão: Onde está?

8Dissipar-se-á como um sonho, e não será achado; será afugentado qual uma visão da noite.

9Os olhos que o viam não o verão mais, nem o seu lugar o contemplará mais.

10Os seus filhos procurarão o favor dos pobres, e as suas mãos restituirão os seus lucros ilícitos.

11Os seus ossos estão cheios do vigor da sua juventude, mas este se deitará com ele no pó.

12Ainda que o mal lhe seja doce na boca, ainda que ele o esconda debaixo da sua língua,

13ainda que não o queira largar, antes o retenha na sua boca,

14contudo a sua comida se transforma nas suas entranhas; dentro dele se torna em fel de áspides.

15Engoliu riquezas, mas vomitá-las-á; do ventre dele Deus as lançará.

16Veneno de áspides sorverá, língua de víbora o matará.

17Não verá as correntes, os rios e os ribeiros de mel e de manteiga.

18O que adquiriu pelo trabalho, isso restituirá, e não o engolirá; não se regozijará conforme a fazenda que ajuntou.

19Pois que oprimiu e desamparou os pobres, e roubou a casa que não edificou.

20Porquanto não houve limite à sua cobiça, nada salvará daquilo em que se deleita.

21Nada escapou à sua voracidade; pelo que a sua prosperidade não perdurará.

22Na plenitude da sua abastança, estará angustiado; toda a força da miséria virá sobre ele.

23Mesmo estando ele a encher o seu estômago, Deus mandará sobre ele o ardor da sua ira, que fará chover sobre ele quando for comer.

24Ainda que fuja das armas de ferro, o arco de bronze o atravessará.

25Ele arranca do seu corpo a flecha, que sai resplandecente do seu fel; terrores vêm sobre ele.

26Todas as trevas são reservadas paro os seus tesouros; um fogo não assoprado o consumirá, e devorará o que ficar na sua tenda.

27Os céus revelarão a sua iniqüidade, e contra ele a terra se levantará.

28As rendas de sua casa ir-se-ão; no dia da ira de Deus todas se derramarão.

29Esta, da parte de Deus, é a porção do ímpio; esta é a herança que Deus lhe reserva.

Capítulo da leitura

2 Coríntios 3

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1Começamos outra vez a recomendar-nos a nós mesmos? Ou, porventura, necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós, ou de vós?

2Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens,

3sendo manifestos como carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne do coração.

4E é por Cristo que temos tal confiança em Deus;

5não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus,

6o qual também nos capacitou para sermos ministros dum novo pacto, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.

7Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fixar os olhos no rosto de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual se estava desvanecendo,

8como não será de maior glória o ministério do espírito?

9Porque, se o ministério da condenação tinha glória, muito mais excede em glória o ministério da justiça.

10Pois na verdade, o que foi feito glorioso, não o é em comparação com a glória inexcedível.

11Porque, se aquilo que se desvanecia era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece.

12Tendo, pois, tal esperança, usamos de muita ousadia no falar.

13E não somos como Moisés, que trazia um véu sobre o rosto, para que os filhos de Isra desvanecia;

14mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido;

15sim, até o dia de hoje, sempre que Moisés é lido, um véu está posto sobre o coração deles.

16Contudo, convertendo-se um deles ao Senhor, é-lhe tirado o véu.

17Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade.

18Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.