Salmos em 30 dias

Leitura diária

Salmos em 30 dias · Dia 22

Dia 22 para meditar, orar e fortalecer a esperança no Senhor.

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Dia 22

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Dia 22 para meditar, orar e fortalecer a esperança no Senhor.

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Capítulo da leitura

Salmos 106

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1Louvai ao Senhor. Louvai ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.

2Quem pode referir os poderosos feitos do Senhor, ou anunciar todo o seu louvor?

3Bem-aventurados os que observam o direito, que praticam a justiça em todos os tempos.

4Lembra-te de mim, Senhor, quando mostrares favor ao teu povo; visita-me com a tua salvação,

5para que eu veja a prosperidade dos teus escolhidos, para que me alegre com a alegria da tua nação, e me glorie juntamente com a tua herança.

6Nós pecamos, como nossos pais; cometemos a iniqüidade, andamos perversamente.

7Nossos pais não atentaram para as tuas maravilhas no Egito, não se lembraram da multidão das tuas benignidades; antes foram rebeldes contra o Altíssimo junto ao Mar Vermelho.

8Não obstante, ele os salvou por amor do seu nome, para fazer conhecido o seu poder.

9Pois repreendeu o Mar Vermelho e este se secou; e os fez caminhar pelos abismos como pelo deserto.

10Salvou-os da mão do adversário, livrou-os do poder do inimigo.

11As águas, porém, cobriram os seus adversários; nem um só deles ficou.

12Então creram nas palavras dele e cantaram-lhe louvor.

13Cedo, porém, se esqueceram das suas obras; não esperaram pelo seu conselho;

14mas deixaram-se levar pela cobiça no deserto, e tentaram a Deus no ermo.

15E ele lhes deu o que pediram, mas fê-los definhar de doença.

16Tiveram inveja de Moisés no acampamento, e de Arão, o santo do Senhor.

17Abriu-se a terra, e engoliu a Datã, e cobriu a companhia de Abirão;

18ateou-se um fogo no meio da congregação; e chama abrasou os ímpios.

19Fizeram um bezerro em Horebe, e adoraram uma imagem de fundição.

20Assim trocaram a sua glória pela figura de um boi que come erva.

21Esqueceram-se de Deus seu Salvador, que fizera grandes coisas no Egito,

22maravilhas na terra de Cão, coisas tremendas junto ao Mar Vermelho.

23Pelo que os teria destruído, como dissera, se Moisés, seu escolhido, não se tivesse interposto diante dele, para desviar a sua indignação, a fim de que não os destruísse.

24Também desprezaram a terra aprazível; não confiaram na sua promessa;

25antes murmuraram em suas tendas e não deram ouvidos à voz do Senhor.

26Pelo que levantou a sua mão contra eles, afirmando que os faria cair no deserto;

27que dispersaria também a sua descendência entre as nações, e os espalharia pelas terras.

28Também se apegaram a Baal-Peor, e comeram sacrifícios oferecidos aos mortos.

29Assim o provocaram à ira com as suas ações; e uma praga rebentou entre eles.

30Então se levantou Finéias, que executou o juízo; e cessou aquela praga.

31E isto lhe foi imputado como justiça, de geração em geração, para sempre.

32Indignaram-no também junto às águas de Meribá, de sorte que sucedeu mal a Moisés por causa deles;

33porque amarguraram o seu espírito; e ele falou imprudentemente com seus lábios.

34Não destruíram os povos, como o Senhor lhes ordenara;

35antes se misturaram com as nações, e aprenderam as suas obras.

36Serviram aos seus ídolos, que vieram a ser-lhes um laço;

37sacrificaram seus filhos e suas filhas aos demônios;

38e derramaram sangue inocente, o sangue de seus filhos e de suas filhas, que eles sacrificaram aos ídolos de Canaã; e a terra foi manchada com sangue.

39Assim se contaminaram com as suas obras, e se prostituíram pelos seus feitos.

40Pelo que se acendeu a ira do Senhor contra o seu povo, de modo que abominou a sua herança;

41entregou-os nas mãos das nações, e aqueles que os odiavam dominavam sobre eles.

42Os seus inimigos os oprimiram, e debaixo das mãos destes foram eles humilhados.

43Muitas vezes os livrou; mas eles foram rebeldes nos seus desígnios, e foram abatidos pela sua iniqüidade.

44Contudo, atentou para a sua aflição, quando ouviu o seu clamor;

45e a favor deles lembrou-se do seu pacto, e aplacou-se, segundo a abundância da sua benignidade.

46Por isso fez com que obtivessem compaixão da parte daqueles que os levaram cativos.

47Salva-nos, Senhor, nosso Deus, e congrega-nos dentre as nações, para que louvemos o teu santo nome, e nos gloriemos no teu louvor.

48Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, de eternidade em eternidade! E diga todo o povo: Amém. Louvai ao Senhor.

Capítulo da leitura

Salmos 107

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1Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre;

2digam-no os remidos do Senhor, os quais ele remiu da mão do inimigo,

3e os que congregou dentre as terras, do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul.

4Andaram desgarrados pelo deserto, por caminho ermo; não acharam cidade em que habitassem.

5Andavam famintos e sedentos; desfalecia-lhes a alma.

6E clamaram ao Senhor na sua tribulação, e ele os livrou das suas angústias;

7conduziu-os por um caminho direito, para irem a uma cidade em que habitassem.

8Dêem graças ao Senhor pela sua benignidade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens!

9Pois ele satisfaz a alma sedenta, e enche de bens a alma faminta.

10Quanto aos que se assentavam nas trevas e sombra da morte, presos em aflição e em ferros,

11por se haverem rebelado contra as palavras de Deus, e desprezado o conselho do Altíssimo,

12eis que lhes abateu o coração com trabalho; tropeçaram, e não houve quem os ajudasse.

13Então clamaram ao Senhor na sua tribulação, e ele os livrou das suas angústias.

14Tirou-os das trevas e da sombra da morte, e quebrou-lhes as prisões.

15Dêem graças ao Senhor pela sua benignidade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens!

16Pois quebrou as portas de bronze e despedaçou as trancas de ferro.

17Os insensatos, por causa do seu caminho de transgressão, e por causa das suas iniqüidades, são afligidos.

18A sua alma aborreceu toda sorte de comida, e eles chegaram até as portas da morte.

19Então clamaram ao Senhor na sua tribulação, e ele os livrou das suas angústias.

20Enviou a sua palavra, e os sarou, e os livrou da destruição.

21Dêem graças ao Senhor pela sua benignidade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens!

22Ofereçam sacrifícios de louvor, e relatem as suas obras com regozijo!

23Os que descem ao mar em navios, os que fazem comércio nas grandes águas,

24esses vêem as obras do Senhor, e as suas maravilhas no abismo.

25Pois ele manda, e faz levantar o vento tempestuoso, que eleva as ondas do mar.

26Eles sobem ao céu, descem ao abismo; esvaece-lhes a alma de aflição.

27Balançam e cambaleiam como ébrios, e perdem todo o tino.

28Então clamam ao Senhor na sua tribulação, e ele os livra das suas angústias.

29Faz cessar a tormenta, de modo que se acalmam as ondas.

30Então eles se alegram com a bonança; e assim ele os leva ao porto desejado.

31Dêem graças ao Senhor pela sua benignidade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens!

32Exaltem-no na congregação do povo, e louvem-no na assembléia dos anciãos!

33Ele converte rios em deserto, e nascentes em terra sedenta;

34a terra frutífera em deserto salgado, por causa da maldade dos que nela habitam.

35Converte o deserto em lagos, e a terra seca em nascentes.

36E faz habitar ali os famintos, que edificam uma cidade para sua habitação;

37semeiam campos e plantam vinhas, que produzem frutos abundantes.

38Ele os abençoa, de modo que se multiplicam sobremaneira; e não permite que o seu gado diminua.

39Quando eles decrescem e são abatidos pela opressão, aflição e tristeza,

40ele lança o desprezo sobre os príncipes, e os faz desgarrados pelo deserto, onde não há caminho.

41Mas levanta da opressão o necessitado para um alto retiro, e dá-lhe famílias como um rebanho.

42Os retos o vêem e se regozijam, e toda a iniqüidade tapa a sua própria boca.

43Quem é sábio observe estas coisas, e considere atentamente as benignidades do Senhor.

Capítulo da leitura

Salmos 108

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1Preparado está o meu coração, ó Deus; cantarei, sim, cantarei louvores, com toda a minha alma.

2Despertai, saltério e harpa; eu mesmo despertarei a aurora.

3Louvar-te-ei entre os povos, Senhor, cantar-te-ei louvores entre as nações.

4Pois grande, acima dos céus, é a tua benignidade, e a tua verdade ultrapassa as mais altas nuvens.

5Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus, e seja a tua glória acima de toda a terra!

6Para que sejam livres os teus amados, salva-nos com a tua destra, e ouve-nos.

7Deus falou no seu santuário: Eu me regozijarei; repartirei Siquém, e medirei o vale de Sucote.

8Meu é Gileade, meu é Manassés; também Efraim é o meu capacete; Judá o meu cetro.

9Moabe a minha bacia de lavar; sobre Edom lançarei o meu sapato; sobre a Filístia bradarei em triunfo.

10Quem me conduzirá à cidade fortificada? Quem me guiará até Edom?

11Porventura não nos rejeitaste, ó Deus? Não sais, ó Deus, com os nossos exércitos.

12Dá-nos auxílio contra o adversário, pois vão é o socorro da parte do homem.

13Em Deus faremos proezas; porque é ele quem calcará aos pés os nossos inimigos.

Capítulo da leitura

Salmos 109

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1Ó Deus do meu louvor, não te cales;

2pois a boca do ímpio e a boca fraudulenta se abrem contra mim; falam contra mim com uma língua mentirosa.

3Eles me cercam com palavras de ódio, e pelejam contra mim sem causa.

4Em paga do meu amor são meus adversários; mas eu me dedico à oração.

5Retribuem-me o mal pelo bem, e o ódio pelo amor.

6Põe sobre ele um ímpio, e esteja à sua direita um acusador.

7Quando ele for julgado, saia condenado; e em pecado se lhe torne a sua oração!

8Sejam poucos os seus dias, e outro tome o seu ofício!

9Fiquem órfãos os seus filhos, e viúva a sua mulher!

10Andem errantes os seus filhos, e mendiguem; esmolem longe das suas habitações assoladas.

11O credor lance mão de tudo quanto ele tenha, e despojem-no os estranhos do fruto do seu trabalho!

12Não haja ninguém que se compadeça dele, nem haja quem tenha pena dos seus órfãos!

13Seja extirpada a sua posteridade; o seu nome seja apagado na geração seguinte!

14Esteja na memória do Senhor a iniqüidade de seus pais; e não se apague o pecado de sua mãe!

15Antes estejam sempre perante o Senhor, para que ele faça desaparecer da terra a memória deles!

16Porquanto não se lembrou de usar de benignidade; antes perseguiu o varão aflito e o necessitado, como também o quebrantado de coração, para o matar.

17Visto que amou a maldição, que ela lhe sobrevenha! Como não desejou a bênção, que ela se afaste dele!

18Assim como se vestiu de maldição como dum vestido, assim penetre ela nas suas entranhas como água, e em seus ossos como azeite!

19Seja para ele como o vestido com que ele se cobre, e como o cinto com que sempre anda cingido!

20Seja este, da parte do Senhor, o galardão dos meus adversários, e dos que falam mal contra mim!

21Mas tu, ó Deus, meu Senhor age em meu favor por amor do teu nome; pois que é boa a tua benignidade, livra-me;

22pois sou pobre e necessitado, e dentro de mim está ferido o meu coração.

23Eis que me vou como a sombra que declina; sou arrebatado como o gafanhoto.

24Os meus joelhos estão enfraquecidos pelo jejum, e a minha carne perde a sua gordura.

25Eu sou para eles objeto de opróbrio; ao me verem, meneiam a cabeça.

26Ajuda-me, Senhor, Deus meu; salva-me segundo a tua benignidade.

27Saibam que nisto está a tua mão, e que tu, Senhor, o fizeste.

28Amaldiçoem eles, mas abençoa tu; fiquem confundidos os meus adversários; mas alegre-se o teu servo!

29Vistam-se de ignomínia os meus acusadores, e cubram-se da sua própria vergonha como dum manto!

30Muitas graças darei ao Senhor com a minha boca;

31Pois ele se coloca à direita do poder, para o salvar dos que o condenam.

Capítulo da leitura

Salmos 110

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1Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.

2O Senhor enviará de Sião o cetro do teu poder. Domina no meio dos teus inimigos.

3O teu povo apresentar-se-á voluntariamente no dia do teu poder, em trajes santos; como vindo do próprio seio da alva, será o orvalho da tua mocidade.

4Jurou o Senhor, e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.

5O Senhor, à tua direita, quebrantará reis no dia da sua ira.

6Julgará entre as nações; enchê-las-á de cadáveres; quebrantará os cabeças por toda a terra.

7Pelo caminho beberá da corrente, e prosseguirá de cabeça erguida.