Salmos em 30 dias

Leitura diária

Salmos em 30 dias · Dia 18

Dia 18 para meditar, orar e fortalecer a esperança no Senhor.

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Dia 18

Salmos 86 • Salmos 87 • Salmos 88 • Salmos 89 • Salmos 90

Dia 18 para meditar, orar e fortalecer a esperança no Senhor.

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Capítulo da leitura

Salmos 86

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1Inclina, Senhor, os teus ouvidos, e ouve-me, porque sou pobre e necessitado.

2Preserva a minha vida, pois sou piedoso; o Deus meu, salva o teu servo, que em ti confia.

3Compadece-te de mim, ó Senhor, pois a ti clamo o dia todo.

4Alegra a alma do teu servo, pois a ti, Senhor, elevo a minha alma.

5Porque tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em benignidade para com todos os que te invocam.

6Dá ouvidos, Senhor, à minha oração, e atende à voz das minhas súplicas.

7No dia da minha angústia clamo a ti, porque tu me respondes.

8Entre os deuses nenhum há semelhante a ti, Senhor, nem há obras como as tuas.

9Todas as nações que fizeste virão e se prostrarão diante de ti, Senhor, e glorificarão o teu nome.

10Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe o meu coração para temer o teu nome.

11Louvar-te-ei, Senhor Deus meu, de todo o meu coração, e glorificarei o teu nome para sempre.

12Pois grande é a tua benignidade para comigo, e livraste a minha alma das profundezas do Seol.

13Pois grande é a tua benignidade para comigo, e livraste a minha alma das profundezas do Seol.

14Ó Deus, os soberbos têm-se levantado contra mim, e um bando de homens violentos procura tirar-me a vida; eles não te puseram diante dos seus olhos.

15Mas tu, Senhor, és um Deus compassivo e benigno, longânimo, e abundante em graça e em fidelidade.

16Volta-te para mim, e compadece-te de mim; dá a tua força ao teu servo, e a salva o filho da tua serva.

17Mostra-me um sinal do teu favor, para que o vejam aqueles que me odeiam, e sejam envergonhados, por me haveres tu, Senhor, ajuntado e confortado.

Capítulo da leitura

Salmos 87

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1O fundamento dela está nos montes santos.

2O Senhor ama as portas de Sião mais do que todas as habitações de Jacó.

3Coisas gloriosas se dizem de ti, ó cidade de Deus.

4Farei menção de Raabe e de Babilônia dentre os que me conhecem; eis que da Filístia, e de Tiro, e da Etiópia, se dirá: Este nasceu ali.

5Sim, de Sião se dirá: Este e aquele nasceram ali; e o próprio Altíssimo a estabelecerá.

6O Senhor, ao registrar os povos, dirá: Este nasceu ali.

7Tanto os cantores como os que tocam instrumentos dirão: Todas as minhas fontes estão em ti.

Capítulo da leitura

Salmos 88

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1Ó Senhor, Deus da minha salvação, dia e noite clamo diante de ti.

2Chegue à tua presença a minha oração, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;

3porque a minha alma está cheia de angústias, e a minha vida se aproxima do Seol.

4Já estou contado com os que descem à cova; estou como homem sem forças,

5atirado entre os finados; como os mortos que jazem na sepultura, dos quais já não te lembras, e que são desamparados da tua mão.

6Puseste-me na cova mais profunda, em lugares escuros, nas profundezas.

7Sobre mim pesa a tua cólera; tu me esmagaste com todas as tuas ondas.

8Apartaste de mim os meus conhecidos, fizeste-me abominável para eles; estou encerrado e não posso sair.

9Os meus olhos desfalecem por causa da aflição. Clamo a ti todo dia, Senhor, estendendo-te as minhas mãos.

10Mostrarás tu maravilhas aos mortos? ou levantam-se os mortos para te louvar?

11Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade no Abadom?

12Serão conhecidas nas trevas as tuas maravilhas, e a tua justiça na terra do esquecimento?

13Eu, porém, Senhor, clamo a ti; de madrugada a minha oração chega à tua presença.

14Senhor, por que me rejeitas? por que escondes de mim a tua face?

15Estou aflito, e prestes a morrer desde a minha mocidade; sofro os teus terrores, estou desamparado.

16Sobre mim tem passado a tua ardente indignação; os teus terrores deram cabo de mim.

17Como águas me rodeiam todo o dia; cercam-me todos juntos.

18Aparte de mim amigos e companheiros; os meus conhecidos se acham nas trevas.

Capítulo da leitura

Salmos 89

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1Cantarei para sempre as benignidades do Senhor; com a minha boca proclamarei a todas as gerações a tua fidelidade.

2Digo, pois: A tua benignidade será renovada para sempre; tu confirmarás a tua fidelidade até nos céus, dizendo:

3Fiz um pacto com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi:

4Estabelecerei para sempre a tua descendência, e firmarei o teu trono por todas as gerações.

5Os céus louvarão as tuas maravilhas, ó Senhor, e a tua fidelidade na assembléia dos santos.

6Pois quem no firmamento se pode igualar ao Senhor? Quem entre os filhos de Deus é semelhante ao Senhor,

7um Deus sobremodo tremendo na assembléia dos santos, e temível mais do que todos os que estão ao seu redor?

8Ó Senhor, Deus dos exércitos, quem é poderoso como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?

9Tu dominas o ímpio do mar; quando as suas ondas se levantam tu as fazes aquietar.

10Tu abateste a Raabe como se fora ferida de morte; com o teu braço poderoso espalhaste os teus inimigos.

11São teus os céus, e tua é a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.

12O norte e o sul, tu os criaste; o Tabor e o Hermom regozijam-se em teu nome.

13Tu tens um braço poderoso; forte é a tua mão, e elevado a tua destra.

14Justiça e juízo são a base do teu trono; benignidade e verdade vão adiante de ti.

15Bem-aventurado o povo que conhece o som festivo, que anda, ó Senhor, na luz da tua face,

16que se regozija em teu nome todo o dia, e na tua justiça é exaltado.

17Pois tu és a glória da sua força; e pelo teu favor será exaltado o nosso poder.

18Porque o Senhor é o nosso escudo, e o Santo de Israel é o nosso Rei.

19Naquele tempo falaste em visão ao teu santo, e disseste: Coloquei a coroa num homem poderoso; exaltei um escolhido dentre o povo.

20Achei Davi, meu servo; com o meu santo óleo o ungi.

21A minha mão será sempre com ele, e o meu braço o fortalecerá.

22O inimigo não o surpreenderá, nem o filho da perversidade o afligirá.

23Eu esmagarei diante dele os seus adversários, e aos que o odeiam abaterei.

24A minha fidelidade, porém, e a minha benignidade estarão com ele, e em meu nome será exaltado o seu poder.

25Porei a sua mão sobre o mar, e a sua destra sobre os rios.

26Ele me invocará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus, e a rocha da minha salvação.

27Também lhe darei o lugar de primogênito; fá-lo-ei o mais excelso dos reis da terra.

28Conservar-lhe-ei para sempre a minha benignidade, e o meu pacto com ele ficará firme.

29Farei que subsista para sempre a sua descendência, e o seu trono como os dias dos céus.

30Se os seus filhos deixarem a minha lei, e não andarem nas minhas ordenanças,

31se profanarem os meus preceitos, e não guardarem os meus mandamentos,

32então visitarei com vara a sua transgressão, e com açoites a sua iniqüidade.

33Mas não lhe retirarei totalmente a minha benignidade, nem faltarei com a minha fidelidade.

34Não violarei o meu pacto, nem alterarei o que saiu dos meus lábios.

35Uma vez para sempre jurei por minha santidade; não mentirei a Davi.

36A sua descendência subsistirá para sempre, e o seu trono será como o sol diante de mim;

37será estabelecido para sempre como a lua, e ficará firme enquanto o céu durar.

38Mas tu o repudiaste e rejeitaste, tu estás indignado contra o teu ungido.

39Desprezaste o pacto feito com teu servo; profanaste a sua coroa, arrojando-a por terra.

40Derribaste todos os seus muros; arruinaste as suas fortificações.

41Todos os que passam pelo caminho o despojam; tornou-se objeto de opróbrio para os seus vizinhos.

42Exaltaste a destra dos seus adversários; fizeste com que todos os seus inimigos se regozijassem.

43Embotaste o fio da sua espada, e não o sustentaste na peleja;

44fizeste cessar o seu esplendor, e arrojaste por terra o seu trono;

45abreviaste os dias da sua mocidade; cobriste-o de vergonha.

46Até quando, Senhor? Esconder-te-ás para sempre? Até quando arderá a tua ira como fogo?

47Lembra-te de quão breves são os meus dias; de quão efêmeros criaste todos os filhos dos homens!

48Que homem há que viva e não veja a morte? ou que se livre do poder do Seol?

49Senhor, onde estão as tuas antigas benignidades, que juraste a Davi na tua fidelidade?

50Lembre-te, Senhor, do opróbrio dos teus servos; e de como trago no meu peito os insultos de todos os povos poderosos,

51com que os teus inimigos, ó Senhor, têm difamado, com que têm difamado os passos do teu ungido.

52Bendito seja o Senhor para sempre. Amém e amém.

Capítulo da leitura

Salmos 90

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1Senhor, tu tens sido o nosso refúgio de geração em geração.

2Antes que nascessem os montes, ou que tivesses formado a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade tu és Deus.

3Tu reduzes o homem ao pó, e dizes: Voltai, filhos dos homens!

4Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite.

5Tu os levas como por uma torrente; são como um sono; de manhã são como a erva que cresce;

6de manhã cresce e floresce; à tarde corta-se e seca.

7Pois somos consumidos pela tua ira, e pelo teu furor somos conturbados.

8Diante de ti puseste as nossas iniqüidades, à luz do teu rosto os nossos pecados ocultos.

9Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um suspiro.

10A duração da nossa vida é de setenta anos; e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, a medida deles é canseira e enfado; pois passa rapidamente, e nós voamos.

11Quem conhece o poder da tua ira? e a tua cólera, segundo o temor que te é devido?

12Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios.

13Volta-te para nós, Senhor! Até quando? Tem compaixão dos teus servos.

14Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que nos regozijemos e nos alegremos todos os nossos dias.

15Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal.

16Apareça a tua obra aos teus servos, e a tua glória sobre seus filhos.

17Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos.