Bíblia em 1 ano

Leitura diária

Bíblia em 1 ano · Dia 43

Leituras do dia para percorrer a Bíblia com constância ao longo do ano.

Leituras do dia

Dia 43

Números 10 • Números 11 • Números 12 • Marcos 15

Leituras do dia para percorrer a Bíblia com constância ao longo do ano.

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Capítulo da leitura

Números 10

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1Disse mais o Senhor a Moisés:

2Faze-te duas trombetas de prata; de obra batida as farás, e elas te servirão para convocares a congregação, e para ordenares a partida dos arraiais.

3Quando se tocarem as trombetas, toda a congregação se ajuntará a ti à porta da tenda da revelação.

4Mas quando se tocar uma só, a ti se congregarão os príncipes, os cabeças dos milhares de Israel.

5Quando se tocar retinindo, partirão os arraiais que estão acampados da banda do oriente.

6Mas quando se tocar retinindo, pela segunda, vez, partirão os arraiais que estão acampados da banda do sul; para as partidas dos arraiais se tocará retinindo.

7Mas quando se houver de reunir a congregação, tocar-se-á sem retinir:

8Os filhos de Arão, sacerdotes, tocarão as trombetas; e isto vos será por estatuto perpétuo nas vossas gerações.

9Ora, quando na vossa terra sairdes à guerra contra o inimigo que vos estiver oprimindo, fareis retinir as trombetas; e perante o Senhor vosso Deus sereis tidos em memória, e sereis salvos dos vossos inimigos.

10Semelhantemente, no dia da vossa alegria, nas vossas festas fixas, e nos princípios dos vossos meses, tocareis as trombetas sobre os vossos holocaustos, e sobre os sacrifícios de vossas ofertas pacíficas; e eles vos serão por memorial perante vosso Deus. Eu sou o Senhor vosso Deus.

11Ora, aconteceu, no segundo ano, no segundo mês, aos vinte do mês, que a nuvem se alçou de sobre o tabernáculo da congregação.

12Partiram, pois, os filhos de Israel do deserto de Sinai para as suas jornadas; e a nuvem parou ,no deserto de Parã.

13Assim iniciaram a primeira caminhada, à ordem do Senhor por intermédio de Moisés:

14partiu primeiramente o estandarte do arraial dos filhos de Judá segundo os seus exércitos; sobre o seu exército estava Nasom, filho de Aminadabe;

15sobre o exército da tribo dos filhos de Issacar, Netanel, filho de Zuar;

16e sobre o exército da tribo dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.

17Então o tabernáculo foi desarmado, e os filhos de Gérson e os filhos de Merári partiram, levando o tabernáculo.

18Depois partiu o estandarte do arraial de Rúben segundo os seus exércitos; sobre o seu exército estava Elizur, filho de Sedeur;

19sobre o exército da tribo dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai;

20e sobre o exército da tribo dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel.

21Então partiram os coatitas, levando o santuário; e os outros erigiam o tabernáculo, enquanto estes vinham.

22Depois partiu o estandarte do arraial dos filhos de Efraim segundo os seus exércitos; sobre o seu exército estava Elisama, filho de Amiúde;

23sobre o exército da tribo dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur;

24e sobre o exército da tribo dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideôni.

25Então partiu o estandarte do arraial dos filhos de Dã, que era a retaguarda de todos os arraiais, segundo os seus exércitos; sobre o seu exército estava Aiezer, filho de Amisadai;

26sobre o exército da tribo dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã;

27e sobre o exército da tribo dos filhos de Naftali, Airá, filho de Enã.

28Tal era a ordem de partida dos filhos de Israel segundo os seus exércitos, quando partiam.

29Disse então Moisés a Hobabe, filho de Reuel, o midianita, sogro de Moisés: Nós caminhamos para aquele lugar de que o Senhor disse: Vo-lo darei. Vai conosco, e te faremos bem; porque o Senhor falou bem acerca de Israel.

30Respondeu ele: Não irei; antes irei à minha terra e à minha parentela.

31Tornou-lhe Moisés: Ora, não nos deixes, porquanto sabes onde devamos acampar no deserto; de olhos nos serviras.

32Se, pois, vieres conosco, o bem que o Senhor nos fizer, também nós faremos a ti.

33Assim partiram do monte do Senhor caminho de três dias; e a arca do pacto do Senhor ia adiante deles, para lhes buscar lugar de descanso.

34E a nuvem do Senhor ia sobre eles de dia, quando partiam do arraial.

35Quando, pois, a arca partia, dizia Moisés: Levanta-te, Senhor, e dissipados sejam os teus inimigos, e fujam diante de ti os que te odeiam.

36E, quando ela pousava, dizia: Volta, ó Senhor, para os muitos milhares de Israel.

Capítulo da leitura

Números 11

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1Depois o povo tornou-se queixoso, falando o que era mau aos ouvidos do Senhor; e quando o Senhor o ouviu, acendeu-se a sua ira; o fogo do Senhor irrompeu entre eles, e devorou as extremidades do arraial.

2Então o povo clamou a Moisés, e Moisés orou ao Senhor, e o fogo se apagou.

3Pelo que se chamou aquele lugar Tabera, porquanto o fogo do Senhor se acendera entre eles.

4Ora, o vulgo que estava no meio deles veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel também tornaram a chorar, e disseram: Quem nos dará carne a comer?

5Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça, e dos pepinos, dos melões, dos porros, das cebolas e dos alhos.

6Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.

7E era o maná como a semente do coentro, e a sua aparência como a aparência de bdélio.

8O povo espalhava-se e o colhia, e, triturando-o em moinhos ou pisando-o num gral, em panelas o cozia, e dele fazia bolos; e o seu sabor era como o sabor de azeite fresco.

9E, quando o orvalho descia de noite sobre o arraial, sobre ele descia também o maná.

10Então Moisés ouviu chorar o povo, todas as suas famílias, cada qual à porta da sua tenda; e a ira do Senhor grandemente se acendeu; e aquilo pareceu mal aos olhos de Moisés.

11Disse, pois, Moisés ao Senhor: Por que fizeste mal a teu servo, e por que não achei graça aos teus olhos, pois que puseste sobre mim o peso de todo este povo.

12Concebi eu porventura todo este povo? dei-o eu à luz, para que me dissesses: Leva-o ao teu colo, como a ama leva a criança de peito, para a terra que com juramento prometeste a seus pais?

13Donde teria eu carne para dar a todo este povo? porquanto choram diante de mim, dizendo: Dá-nos carne a comer.

14Eu só não posso: levar a todo este povo, porque me é pesado demais.

15Se tu me hás de tratar assim, mata-me, peço-te, se tenho achado graça aos teus olhos; e não me deixes ver a minha miséria.

16Disse então o Senhor a Moisés: Ajunta-me setenta homens dos anciãos de Israel, que sabes serem os anciãos do povo e seus oficiais; e os trarás perante a tenda da revelação, para que estejam ali contigo.

17Então descerei e ali falarei contigo, e tirarei do espírito que está sobre ti, e o porei sobre eles; e contigo levarão eles o peso do povo para que tu não o leves só.

18E dirás ao povo: Santificai-vos para amanhã, e comereis carne; porquanto chorastes aos ouvidos do Senhor, dizendo: Quem nos dará carne a comer? pois bem nos ia no Egito. Pelo que o Senhor vos dará carne, e comereis.

19Não comereis um dia, nem dois dias, nem cinco dias, nem dez dias, nem vinte dias;

20mas um mês inteiro, até vos sair pelas narinas, até que se vos torne coisa nojenta; porquanto rejeitastes ao Senhor, que está no meio de vós, e chorastes diante dele, dizendo: Por que saímos do Egito?

21Respondeu Moisés: Seiscentos mil homens de pé é este povo no meio do qual estou; todavia tu tens dito: Dar-lhes-ei carne, e comerão um mês inteiro.

22Matar-se-ão para eles rebanhos e gados, que lhes bastem? ou ajuntar-se-ão, para eles todos os peixes do mar, que lhes bastem?

23Pelo que replicou o Senhor a Moisés: Porventura tem-se encurtado a mão do Senhor? agora mesmo verás se a minha palavra se há de cumprir ou não.

24Saiu, pois, Moisés, e relatou ao povo as palavras do Senhor; e ajuntou setenta homens dentre os anciãos do povo e os colocou ao redor da tenda.

25Então o Senhor desceu: na nuvem, e lhe falou; e, tirando do espírito que estava sobre ele, pô-lo sobre aqueles setenta anciãos; e aconteceu que, quando o espírito repousou sobre eles profetizaram, mas depois nunca mais o fizeram.

26Mas no arraial ficaram dois homens; chamava-se um Eldade, e o outro Medade; e repousou sobre eles: o espírito, porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram para irem à tenda; e profetizavam no arraial.

27Correu, pois, um moço, etenho dado os levitas a Arão e a Eldade e Medade profetizaram no arraial.

28Então Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus mancebos escolhidos, respondeu e disse: Meu Senhor Moisés, proíbe-lho.

29Moisés, porém, lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Oxalá que do povo do Senhor todos fossem profetas, que o Senhor pusesse o seu espírito sobre eles!

30Depois Moisés se recolheu ao arraial, ele e os anciãos de Israel.

31Soprou, então, um vento da parte do Senhor e, do lado do mar, trouxe codornizes que deixou cair junto ao arraial quase caminho de um dia de um e de outro lado, à roda do arraial, a cerca de dois côvados da terra.

32Então o povo, levantando-se, colheu as codornizes por todo aquele dia e toda aquela noite, e por todo o dia seguinte; o que colheu menos, colheu dez hômeres. E as estenderam para si ao redor do arraial.

33Quando a carne ainda estava entre os seus dentes, antes que fosse mastigada, acendeu-se a ira do Senhor contra o povo, e feriu o Senhor ao povo com uma praga, mui grande.

34Pelo que se chamou aquele lugar Quibrote-Hataavá, porquanto ali enterraram o povo que tivera o desejo.

35De Quibrote-Hataavá partiu o povo para Hazerote; e demorou-se em Hazerote.

Capítulo da leitura

Números 12

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1Ora, falaram Miriã e Arão contra Moisés ,por causa da mulher cuchita que este tomara; porquanto tinha tomado uma mulher cuchita.

2E disseram: Porventura falou o Senhor somente por Moisés? Não falou também por nós? E o Senhor o ouviu.

3Ora, Moisés era homem mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra.

4E logo o Senhor disse a Moisés, a Arão e a Miriã: Saí vos três à tenda da revelação. E saíram eles três.

5Então o Senhor desceu em uma coluna de nuvem, e se pôs à porta da tenda; depois chamou a Arão e a Miriã, e os dois acudiram.

6Então disse: Ouvi agora as minhas palavras: se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, a ele me farei conhecer em visão, em sonhos falarei com ele.

7Mas não é assim com o meu servo Moisés, que é fiel em toda a minha casa;

8boca a boca falo com ele, claramente e não em enigmas; pois ele contempla a forma do Senhor. Por que, pois, não temestes falar contra o meu servo, contra Moisés?

9Assim se acendeu a ira do Senhor contra eles; e ele se retirou;

10também a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã se tornara leprosa, branca como a neve; e olhou Arão para Miriã e eis que estava leprosa.

11Pelo que Arão disse a Moisés: Ah, meu senhor! rogo-te não ponhas sobre nós este pecado, porque procedemos loucamente, e pecamos.

12Não seja ela como um morto que, ao sair do ventre de sua mãe, tenha a sua carne já meio consumida.

13Clamou, pois, Moisés ao Senhor, dizendo: ç Deus, rogo-te que a cures.

14Respondeu o Senhor a Moisés: Se seu pai lhe tivesse cuspido na cara não seria envergonhada por sete dias? Esteja fechada por sete dias fora do arraial, e depois se recolherá outra vez.

15Assim Miriã esteve fechada fora do arraial por sete dias; e o povo não partiu, enquanto Miriã não se recolheu de novo.

16Mas depois o povo partiu de Hazerote, e acampou-se no deserto de Parã.

Capítulo da leitura

Marcos 15

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1Logo de manhã tiveram conselho os principais sacerdotes com os anciãos, os escribas e todo o sinédrio; e maniatando a Jesus, o levaram e o entregaram a Pilatos.

2Pilatos lhe perguntou: És tu o rei dos judeus? Respondeu-lhe Jesus: É como dizes.

3e os principais dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas.

4Tornou Pilatos a interrogá-lo, dizendo: Não respondes nada? Vê quantas acusações te fazem.

5Mas Jesus nada mais respondeu, de maneira que Pilatos se admirava.

6Ora, por ocasião da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem.

7E havia um, chamado Barrabás, preso com outros sediciosos, os quais num motim haviam cometido um homicídio.

8E a multidão subiu e começou a pedir o que lhe costumava fazer.

9Ao que Pilatos lhes perguntou: Quereis que vos solte o rei dos judeus?

10Pois ele sabia que por inveja os principais sacerdotes lho haviam entregado.

11Mas os principais sacerdotes incitaram a multidão a pedir que lhes soltasse antes a Barrabás.

12E Pilatos, tornando a falar, perguntou-lhes: Que farei então daquele a quem chamais reis dos judeus?

13Novamente clamaram eles: Crucifica-o!

14Disse-lhes Pilatos: Mas que mal fez ele? Ao que eles clamaram ainda mais: Crucifica-o!

15Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás; e tendo mandado açoitar a Jesus, o entregou para ser crucificado.

16Os soldados, pois, levaram-no para dentro, ao pátio, que é o pretório, e convocaram toda a coorte;

17vestiram-no de púrpura e puseram-lhe na cabeça uma coroa de espinhos que haviam tecido;

18e começaram a saudá-lo: Salve, rei dos judeus!

19Davam-lhe com uma cana na cabeça, cuspiam nele e, postos de joelhos, o adoravam.

20Depois de o terem assim escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e lhe puseram as vestes. Então o levaram para fora, a fim de o crucificarem.

21E obrigaram certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a carregar-lhe a cruz.

22Levaram-no, pois, ao lugar do Gólgota, que quer dizer, lugar da Caveira.

23E ofereciam-lhe vinho misturado com mirra; mas ele não o tomou.

24Então o crucificaram, e repartiram entre si as vestes dele, lançando sortes sobre elas para ver o que cada um levaria.

25E era a hora terceira quando o crucificaram.

26Por cima dele estava escrito o título da sua acusação: O REI DOS JUDEUS.

27Também, com ele, crucificaram dois salteadores, um à sua direita, e outro à esquerda.

28[E cumpriu-se a escritura que diz: E com os malfeitores foi contado.]

29E os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo: Ah! tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas.

30salva-te a ti mesmo, descendo da cruz.

31De igual modo também os principais sacerdotes, com os escribas, escarnecendo-o, diziam entre si: A outros salvou; a si mesmo não pode salvar;

32desça agora da cruz o Cristo, o rei de Israel, para que vejamos e creiamos, Também os que com ele foram crucificados o injuriavam.

33E, chegada a hora sexta, houve trevas sobre a terra, até a hora nona.

34E, à hora nona, bradou Jesus em alta voz: Eloí, Eloí, lamá, sabactani? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

35Alguns dos que ali estavam, ouvindo isso, diziam: Eis que chama por Elias.

36Correu um deles, ensopou uma esponja em vinagre e, pondo-a numa cana, dava-lhe de beber, dizendo: Deixai, vejamos se Elias virá tirá-lo.

37Mas Jesus, dando um grande brado, expirou.

38Então o véu do santuário se rasgou em dois, de alto a baixo.

39Ora, o centurião, que estava defronte dele, vendo-o assim expirar, disse: Verdadeiramente este homem era filho de Deus.

40Também ali estavam algumas mulheres olhando de longe, entre elas Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago o Menor e de José, e Salomé;

41as quais o seguiam e o serviam quando ele estava na Galiléia; e muitas outras que tinham subido com ele a Jerusalém.

42Ao cair da tarde, como era o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado,

43José de Arimatéia, ilustre membro do sinédrio, que também esperava o reino de Deus, cobrando ânimo foi Pilatos e pediu o corpo de Jesus.

44Admirou-se Pilatos de que já tivesse morrido; e chamando o centurião, perguntou-lhe se, de fato, havia morrido.

45E, depois que o soube do centurião, cedeu o cadáver a José;

46o qual, tendo comprado um pano de linho, tirou da cruz o corpo, envolveu-o no pano e o depositou num sepulcro aberto em rocha; e rolou uma pedra para a porta do sepulcro.

47E Maria Madalena e Maria, mãe de José, observavam onde fora posto.