Bíblia em 1 ano

Leitura diária

Bíblia em 1 ano · Dia 116

Leituras do dia para percorrer a Bíblia com constância ao longo do ano.

Leituras do dia

Dia 116

1 Crônicas 8 • 1 Crônicas 9 • 1 Crônicas 10 • Atos 27

Leituras do dia para percorrer a Bíblia com constância ao longo do ano.

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Capítulo da leitura

1 Crônicas 8

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1Benjamim foi pai de Belá, seu primogênito, de Asbel o segundo, e de Aará o terceiro,

2de Noá o quarto, e de Rafa o quinto.

3Belá teve estes filhos: Adar, Gêra, Abiúde,

4Abisua, Naamã, Aoá,

5Gêra, Sefufã e Hurão.

6Estes foram os filhos de Eúde, que foram os chefes das casas paternas dos habitantes de Geba, e que foram levados cativos para Manaate;

7Naamã, Aías e Gêra; este os transportou; foi ele pai de Uzá e Aiúde.

8Saaraim teve filhos na terra de Moabe, depois que despedira Husim e Baara, suas mulheres.

9E de Hodes, sua mulher, teve Jobabe, Zíbia, Messa, Malcã,

10Jeuz, Saquias e Mirma; esses foram seus filhos:, chefes de casas paternas:

11De Husim teve Abitube e Elpaal.

12Os filhos de Elpaal: Eber, Misã, Semede (este edificou Ono e Lode e suas aldeias),

13Berias e Sema (estes foram chefes de casas paternas dos habitantes de Aijalom, os quais afugentaram os habitantes de Gatel ,

14Aiô, Sasaque e Jerimote.

15Zebadias, Arade, Eder,

16Micael, Ispá e Joá foram filhos de Berias;

17Zebadias, Mesulão, Hizqui, Heber,

18Ismerai, Izlias e Jobabe foram filhos de Elpaal;

19Jaquim, Zicri, Zabdi,

20Elienai, Ziletai, Eliel,

21Adaías, Beraías e Sinrate foram filhos de Simei;

22Ispã, Eber, Eliel,

23Abdom, Zicri, Hanã,

24Hananias, Elão, Antotias,

25Ifdéias e Penuel foram filhos de Sasaque;

26Sanserai, Searias, Atalias,

27Jaaresias, Elias e Zicri foram filhos de Jeroão.

28Estes foram chefes de casas paternas, segundo as suas gerações, homens principais; e habitaram em Jerusalém.

29E em Gibeão habitaram o pai de Gibeão, cuja mulher se chamava Maacá,

30e seu filho primogênito Abdom, depois Zur, Quiz, Baal, Nadabe,

31Gedor, Aiô, Zequer e Miclote.

32Miclote foi pai de Siméia; também estes habitaram em Jerusalém defronte de seus irmãos.

33Ner foi pai de Quis, e Quis de Saul; Saul foi pai de Jônatas, Malquisua, Abinadabe e Es-Baal.

34Filho de Jônatas foi Meribe-Baal; e Meribe-Baal foi pai de Mica.

35Os filhos de Mica foram: Pitom, Meleque, Tareá e Acaz.

36Acaz foi pai de Jeoada; Jeoada foi pai de Alemete, Azmavete e Zinri; Zinri foi pai de Moza;

37Moza foi pai de Bineá, de quem foi filho Rafa, de quem foi filho Eleasá, de quem foi filho Azel.

38Azel teve seis filhos, cujos nomes foram: Azricão, Bocru, Ismael, Searias, Obadias e Hanã; todos estes foram filhos de Azel.

39Os filhos de Eseque, seu irmão: Ulão, seu primogênito, Jeús o segundo, e Elifelete o terceiro.

40Os filhos de Ulão foram homens heróis, valentes, e flecheiros destros; e tiveram muitos filhos, e filhos de filhos, cento e cinqüenta. Todos estes foram dos filhos de Benjamim.

Capítulo da leitura

1 Crônicas 9

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Capítulo da leitura

1 Crônicas 10

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1Ora, os filisteus pelejaram contra Israel; e os homens de Israel, fugindo de diante dos filisteus, caíram mortos no monte Gilboa.

2Os filisteus perseguiram a Saul e seus filhos, e mataram Jônatas, Abinadabe e Malquisua, filhos de Saul.

3A peleja se agravou contra Saul, e os flecheiros o alcançaram, e ele foi ferido pelos flecheiros.

4Então disse Saul: Arranca a tua espada, e atravessa-me com ela, para que que não venham estes incircuncisos e escarneçam de mim. Mas o seu escudeiro não quis, porque temia muito; então tomou Saul a sua espada, e se lançou sobre ela.

5Vendo, pois, o seu escudeiro que Saul estava morto, lançou-se também sobre sua espada, e morreu.

6Assim morreram Saul e seus três filhos; morreu toda a sua casa juntamente.

7Quando todos os homens de Israel que estavam no vale viram que Israel havia fugido, e que Saul eram mortos, abandonaram as suas cidades e fugiram, e vindo os filisteus, habitaram nelas.

8No dia seguinte, quando os filisteus vieram para despojar os mortos acharam Saul e seus filhos estirados no monte Gilboa.

9Então o despojaram, tomaram a sua cabeça e as suas armas, e enviaram mensageiros pela terra dos filisteus em redor, para levarem a boa nova a seus ídolos e ao povo.

10Puseram as armas dele na casa de seus deuses, e pregaram-lhe a cabeça na casa de Dagom.

11Quando, pois, toda a Jabes-Gileade ouviu tudo quanto os filisteus haviam feito a Saul,

12todos os homens valentes se levantaram e, tomando o corpo de Saul e os corpos de seus filhos, trouxeram-nos: a Jabes; e sepultaram os seus ossos debaixo o terebinto em Jabes, e jejuaram sete dias.

13Assim morreu Saul por causa da sua infidelidade para com o Senhor, porque não havia guardado a palavra do Senhor; e também porque buscou a adivinhadora para a consultar,

14e não buscou ao Senhor; pelo que ele o matou, e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé.

Capítulo da leitura

Atos 27

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1E, como se determinou que navegássemos para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros presos a um centurião por nome Júlio, da coorte augusta.

2E, embarcando em um navio de Adramítio, que estava prestes a navegar em demanda dos portos pela costa da Ásia, fizemo-nos ao mar, estando conosco Aristarco, macedônio de Tessalônica.

3No dia seguinte chegamos a Sidom, e Júlio, tratando Paulo com bondade, permitiu-lhe ir ver os amigos e receber deles os cuidados necessários.

4Partindo dali, fomos navegando a sotavento de Chipre, porque os ventos eram contrários.

5Tendo atravessado o mar ao longo da Cilícia e Panfília, chegamos a Mirra, na Lícia.

6Ali o centurião achou um navio de Alexandria que navegava para a Itália, e nos fez embarcar nele.

7Navegando vagarosamente por muitos dias, e havendo chegado com dificuldade defronte de Cnido, não nos permitindo o vento ir mais adiante, navegamos a sotavento de Creta, à altura de Salmone;

8e, costeando-a com dificuldade, chegamos a um lugar chamado Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laséia.

9Havendo decorrido muito tempo e tendo-se tornado perigosa a navegação, porque já havia passado o jejum, Paulo os advertia,

10dizendo-lhes: Senhores, vejo que a viagem vai ser com avaria e muita perda não só para a carga e o navio, mas também para as nossas vidas.

11Mas o centurião dava mais crédito ao piloto e ao dono do navio do que às coisas que Paulo dizia.

12E não sendo o porto muito próprio para invernar, os mais deles foram de parecer que daí se fizessem ao mar para ver se de algum modo podiam chegar a Fênice, um porto de Creta que olha para o nordeste e para o sueste, para ali invernar.

13Soprando brandamente o vento sul, e supondo eles terem alcançado o que desejavam, levantaram ferro e iam costeando Creta bem de perto.

14Mas não muito depois desencadeou-se do lado da ilha um tufão de vento chamado euro-aquilão;

15e, sendo arrebatado o navio e não podendo navegar contra o vento, cedemos à sua força e nos deixávamos levar.

16Correndo a sota-vento de uma pequena ilha chamada Clauda, somente a custo pudemos segurar o batel,

17o qual recolheram, usando então os meios disponíveis para cingir o navio; e, temendo que fossem lançados na Sirte, arriaram os aparelhos e se deixavam levar.

18Como fôssemos violentamente açoitados pela tempestade, no dia seguinte começaram a alijar a carga ao mar.

19E ao terceiro dia, com as próprias mãos lançaram os aparelhos do navio.

20Não aparecendo por muitos dia nem sol nem estrelas, e sendo nós ainda batidos por grande tempestade, fugiu-nos afinal toda a esperança de sermos salvos.

21Havendo eles estado muito tempo sem comer, Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Senhores, devíeis ter-me ouvido e não ter partido de Creta, para evitar esta avaria e perda.

22E agora vos exorto a que tenhais bom ânimo, pois não se perderá vida alguma entre vós, mas somente o navio.

23Porque esta noite me apareceu um anjo do Deus de quem eu sou e a quem sirvo,

24dizendo: Não temas, Paulo, importa que compareças perante César, e eis que Deus te deu todos os que navegam contigo.

25Portanto, senhores, tende bom ânimo; pois creio em Deus que há de suceder assim como me foi dito.

26Contudo é necessário irmos dar em alguma ilha.

27Quando chegou a décima quarta noite, sendo nós ainda impelidos pela tempestade no mar de Ádria, pela meia-noite, suspeitaram os marinheiros a proximidade de terra;

28e lançando a sonda, acharam vinte braças; passando um pouco mais adiante, e tornando a lançar a sonda, acharam quinze braças.

29Ora, temendo irmos dar em rochedos, lançaram da popa quatro âncoras, e esperaram ansiosos que amanhecesse.

30Procurando, entrementes, os marinheiros fugir do navio, e tendo arriado o batel ao mar sob pretexto de irem lançar âncoras pela proa,

31disse Paulo ao centurião e aos soldados: Se estes não ficarem no navio, não podereis salvar-vos.

32Então os soldados cortaram os cabos do batel e o deixaram cair.

33Enquanto amanhecia, Paulo rogava a todos que comessem alguma coisa, dizendo: É já hoje o décimo quarto dia que esperais e permaneceis em jejum, não havendo provado coisa alguma.

34Rogo-vos, portanto, que comais alguma coisa, porque disso depende a vossa segurança; porque nem um cabelo cairá da cabeça de qualquer de vós.

35E, havendo dito isto, tomou o pão, deu graças a Deus na presença de todos e, partindo-o começou a comer.

36Então todos cobraram ânimo e se puseram também a comer.

37Éramos ao todo no navio duzentas e setenta e seis almas.

38Depois de saciados com a comida, começaram a aliviar o navio, alijando o trigo no mar.

39Quando amanheceu, não reconheciam a terra; divisavam, porém, uma enseada com uma praia, e consultavam se poderiam nela encalhar o navio.

40Soltando as âncoras, deixaram-nas no mar, largando ao mesmo tempo as amarras do leme; e, içando ao vento a vela da proa, dirigiram-se para a praia.

41Dando, porém, num lugar onde duas correntes se encontravam, encalharam o navio; e a proa, encravando-se, ficou imóvel, mas a popa se desfazia com a força das ondas.

42Então o parecer dos soldados era que matassem os presos para que nenhum deles fugisse, escapando a nado.

43Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, estorvou-lhes este intento; e mandou que os que pudessem nadar fossem os primeiros a lançar-se ao mar e alcançar a terra;

44e que os demais se salvassem, uns em tábuas e outros em quaisquer destroços do navio. Assim chegaram todos à terra salvos.